02 dezembro 2008
pontos de vista
Hoje resolvi escrever para registrar uma data: Dia dois de dezembro, dia Nacional das Relações Públicas. Pois é, às vezes tenho dúvida se devemos comemorar ou chorar, devido às agruras desta profissão, da dureza que é atuar na área, do dinheiro que dou ao conselho para ele não fazer nada, e assim por diante.
Mas eu adoto a política do Zeca Gava. Pois é, aquela piadinha sem graça do "se ninguém Gava, o Zeca Gava". Dã!
Mas enfim, acho que os próprios profissionais precisam se valorizam mais, mostrar ao que vieram, deixar a mediocridade de lado e ir à luta. Isso serve para todas as profissões. Reclamar em casa não adianta, tem que batalhar e é isso aí. O mundo é outro, o mercado de trabalho, bem outro também, e já se foi o tempo em que as pessoas tinham empregos fixos, tudo bem certinho, e ficavam 25 anos na mesma empresa, no mesmo lugar. A coisa hoje é dinâmica. Mas enfim, este é um papo mais longo, e como eu estudo Gestão de Talentos, isso dá assunto pra muuuuito texto, que não é para hoje e este blog também não tem a pretensão de ser acadêmico.
*************************************
Ontem tive encontro com as minhas amigas da Confraria das Cenouras e queria registrar como é bom ter amigas e rir um pouco, pois gente, o inferno astral está pegando muito este ano.
E por falar em inferno astral, resolvi comentar um fato que ocorreu ontem. Eu estava no Shopping tentando comprar uma blusa para usar no meu aniver...fui em várias lojas e nada... e eis que resolvo entrar na Gang, loja que marcou a minha adolescência. Eu já havia tiod este impulso outras vezes, mas pensava: "Tatiana, tu não tem mais idade para comprar nesta loja." Mas daí achei que isso era bobagem, que é coisa da cabeça das pessoas, e que eu estava sendo como o namor de uma amiga, que acha que tem idade limite para usar biquini de lacinho. Entrei. Olhei as roupas e logo vi que eram todas meio de barriga de fora, com ums estanpas que não combinavam comigo.
Olhei mais e achei umas duas que me agradaram. Peguei um tamanho e não serviu (sim, são roupas para Barbies). Pedi outro para o vendedor, que devia ter uns 17 anos. Ele me respondeu que não tinha, e largou: - "Outro modelo A SENHORA não gostou?"
Senhora? Pois é...senhora!
Não, outro modelo a senhora não gostou.
Saí de lá sem nenhuma blusa nova e pensando que tudo na vida é uma questão de ponto de vista. Um dia, me perguntam no ônibus se estou indo para a escola. No outro, me chamam de senhora.
Acho que vou ficar com meu ponto de vista e assim tudo fica bem.
Mas eu adoto a política do Zeca Gava. Pois é, aquela piadinha sem graça do "se ninguém Gava, o Zeca Gava". Dã!
Mas enfim, acho que os próprios profissionais precisam se valorizam mais, mostrar ao que vieram, deixar a mediocridade de lado e ir à luta. Isso serve para todas as profissões. Reclamar em casa não adianta, tem que batalhar e é isso aí. O mundo é outro, o mercado de trabalho, bem outro também, e já se foi o tempo em que as pessoas tinham empregos fixos, tudo bem certinho, e ficavam 25 anos na mesma empresa, no mesmo lugar. A coisa hoje é dinâmica. Mas enfim, este é um papo mais longo, e como eu estudo Gestão de Talentos, isso dá assunto pra muuuuito texto, que não é para hoje e este blog também não tem a pretensão de ser acadêmico.
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Ontem tive encontro com as minhas amigas da Confraria das Cenouras e queria registrar como é bom ter amigas e rir um pouco, pois gente, o inferno astral está pegando muito este ano.
E por falar em inferno astral, resolvi comentar um fato que ocorreu ontem. Eu estava no Shopping tentando comprar uma blusa para usar no meu aniver...fui em várias lojas e nada... e eis que resolvo entrar na Gang, loja que marcou a minha adolescência. Eu já havia tiod este impulso outras vezes, mas pensava: "Tatiana, tu não tem mais idade para comprar nesta loja." Mas daí achei que isso era bobagem, que é coisa da cabeça das pessoas, e que eu estava sendo como o namor de uma amiga, que acha que tem idade limite para usar biquini de lacinho. Entrei. Olhei as roupas e logo vi que eram todas meio de barriga de fora, com ums estanpas que não combinavam comigo.
Olhei mais e achei umas duas que me agradaram. Peguei um tamanho e não serviu (sim, são roupas para Barbies). Pedi outro para o vendedor, que devia ter uns 17 anos. Ele me respondeu que não tinha, e largou: - "Outro modelo A SENHORA não gostou?"
Senhora? Pois é...senhora!
Não, outro modelo a senhora não gostou.
Saí de lá sem nenhuma blusa nova e pensando que tudo na vida é uma questão de ponto de vista. Um dia, me perguntam no ônibus se estou indo para a escola. No outro, me chamam de senhora.
Acho que vou ficar com meu ponto de vista e assim tudo fica bem.
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