08 abril 2008
a qualidade das coisas
antigamente as coisas duravam mais. com certeza você já ouviu esta frase, não?
pois acho que eu concordo. ou tenho muito azar para compras. ou as duas coisas.
há um tempo atrás, comprei uma bolsa nas lojas renner. era bem legal, grande, marrom e cabia muita coisa, tudo que eu queria carregar diariamente. recebi muitos elogios das amigas de "que bolsa legal", e um dia, depois de um mês de uso, vi que ela havia rasgado na parte interna, que fica próxima ao corpo.
frustrada, procurei a loja e me deram o "famoso vale". deu uma semana e eu já havia gasto com sobre-legs modernas para o fim do ano. lindas, mas eu estava sem bolsa!
passou o natal e eu meu namorado combinamos de comprar os presentes depois, sem correria e sem desgates natalinos. eu comprei para ele um violão que ele queria muito...e ele me deu uma bolsa! fomos no shopping iguatemi para que eu escolhesse. comprei na donna ly. era uma bolsa moderna, que combinava tri bem com a roupa que eu trabalho, mas sem ser completamente social. era o que eu queria!
pois não deu nem duas semanas e a alça da bolsa estava rasgando. puxa vida, pensei eu, comprei numa loja legal de acessórios, não era para ser assim. pois foi. lá foi meu namorado negociar a troca, pois sabe que eu me estresso muito nestas situações e acabo sendo grossa com as pessoas. pois preciava ter sido mesmo, pois o descaso da equipe na loja foi algo para se destacar. primeiro porque ele levou a bolsa lá, mandaram "para análise" no escritório (acho que a bolsa ficou com complexo e foi ver o terapeuta!) e nunca mais ligaram para dar retorno. fomos lá, e ó, eles tinham arrumado a bolsa! tinham costurado o que estava rasgado...de uma forma que parecia que tinham feito em casa, um lixo.
óooooobvio que reclamei...disse que ia levar lá meu advogado e coisa e tal, e eles acabaram deixando eu escolher uma outra coisa (o que acho um absurso, pois não foi uma bolsa barata da volunta!). e é óbvio também que as vendedoras, percebendo que eu estava puta da cara e que não tinha bolsa que prestasse na loja (tinham vendido tudo que podia ser decente), não queriam me atender, faziam vistas grossas e se fingiam de ocupadas. o fim da várzea no quesito consideração ao consumidor!
meu namorado, cheio da cara, falou pra eu comprar qualquer coisa, que não aguentava mais ficar naquele lugar. pra não colocar o dinheiro fora em porcarias, comprei um relógio, que é algo útil, que eu precisaria mais cedo ou mais tarde, e é de uma marca conhecida, que tem uma garantia que, se estragar, não vai depender da donna ly, graças à deus!
bom, daí eu tinha um relógio...e não tinha bolsa de novo.
depois de uns dias, lembrei que no natal eu havia pedido um vale-presente de amigo-secreto lá na empresa, e era da gaston, pois eu pretendia comprar um sapato. resolvi que o sapato podia esperar mais um pouco e comprei lá uma nova bolsa. é ótima, com muitos bolsos, muitas divisórias, combina com tudo. e vem com três meses de garantia, segundo a vendedora.
por quanto tempo ela vai durar?
na minha próxima vida, vou me tornar advogada de direito do consumidor, pois as pessoas não acham seu dinheiro no lixo.
pois acho que eu concordo. ou tenho muito azar para compras. ou as duas coisas.
há um tempo atrás, comprei uma bolsa nas lojas renner. era bem legal, grande, marrom e cabia muita coisa, tudo que eu queria carregar diariamente. recebi muitos elogios das amigas de "que bolsa legal", e um dia, depois de um mês de uso, vi que ela havia rasgado na parte interna, que fica próxima ao corpo.
frustrada, procurei a loja e me deram o "famoso vale". deu uma semana e eu já havia gasto com sobre-legs modernas para o fim do ano. lindas, mas eu estava sem bolsa!
passou o natal e eu meu namorado combinamos de comprar os presentes depois, sem correria e sem desgates natalinos. eu comprei para ele um violão que ele queria muito...e ele me deu uma bolsa! fomos no shopping iguatemi para que eu escolhesse. comprei na donna ly. era uma bolsa moderna, que combinava tri bem com a roupa que eu trabalho, mas sem ser completamente social. era o que eu queria!
pois não deu nem duas semanas e a alça da bolsa estava rasgando. puxa vida, pensei eu, comprei numa loja legal de acessórios, não era para ser assim. pois foi. lá foi meu namorado negociar a troca, pois sabe que eu me estresso muito nestas situações e acabo sendo grossa com as pessoas. pois preciava ter sido mesmo, pois o descaso da equipe na loja foi algo para se destacar. primeiro porque ele levou a bolsa lá, mandaram "para análise" no escritório (acho que a bolsa ficou com complexo e foi ver o terapeuta!) e nunca mais ligaram para dar retorno. fomos lá, e ó, eles tinham arrumado a bolsa! tinham costurado o que estava rasgado...de uma forma que parecia que tinham feito em casa, um lixo.
óooooobvio que reclamei...disse que ia levar lá meu advogado e coisa e tal, e eles acabaram deixando eu escolher uma outra coisa (o que acho um absurso, pois não foi uma bolsa barata da volunta!). e é óbvio também que as vendedoras, percebendo que eu estava puta da cara e que não tinha bolsa que prestasse na loja (tinham vendido tudo que podia ser decente), não queriam me atender, faziam vistas grossas e se fingiam de ocupadas. o fim da várzea no quesito consideração ao consumidor!
meu namorado, cheio da cara, falou pra eu comprar qualquer coisa, que não aguentava mais ficar naquele lugar. pra não colocar o dinheiro fora em porcarias, comprei um relógio, que é algo útil, que eu precisaria mais cedo ou mais tarde, e é de uma marca conhecida, que tem uma garantia que, se estragar, não vai depender da donna ly, graças à deus!
bom, daí eu tinha um relógio...e não tinha bolsa de novo.
depois de uns dias, lembrei que no natal eu havia pedido um vale-presente de amigo-secreto lá na empresa, e era da gaston, pois eu pretendia comprar um sapato. resolvi que o sapato podia esperar mais um pouco e comprei lá uma nova bolsa. é ótima, com muitos bolsos, muitas divisórias, combina com tudo. e vem com três meses de garantia, segundo a vendedora.
por quanto tempo ela vai durar?
na minha próxima vida, vou me tornar advogada de direito do consumidor, pois as pessoas não acham seu dinheiro no lixo.
Assinar Comentários [Atom]