19 dezembro 2006
do livre arbítrio e das coisas que não precisamos
sim, como é bom podermos decidir algumas coisas sobre a nossa vida. todos sabemos que o direito ao livre arbítrio existe, ò que lindo!, mas na prática, é muito difícil praticá-lo. por quê? porque não podemos sair correndo das coisas, pois temos deveres, compromissos e, principalmente, contas a pagar.
pois sim, dessa vez eu me dei o direito de ir. de sair do que estava me fazendo mal, de me afastar, de não me vender pelo dinheiro, de fazer de mim e da minha saúde e bem-estar a coisa mais importante.
sim, como é bom poder decidir que se quer ir e... IR!
(sim, eu me demiti!)
mas quero falar de uma outra coisa também: do monte de coisas que temos, todos nós, embaixo das nossas camas, dentro dos nossos armários velhos, naquela peça da casa onde ficam as tralhas velhas...esse monte de coisas que não precisamos!
uma amiga, a junia, me disse uma vez que podemos viver com muito menos do que temos. sim, e isso é a mais pura verdade.
pra quê eu tenho ainda livros do cursinho aqui na pecinha se eu até já me formei?
qual o motivo de eu ter tantos sapatos, se nem tenho tempo de usar todos eles e mais da metade me machuca muito?
por que temos essa necessidade de guardar coisas, de ter, de possuir cada vez mais..., de acumular vários tipos da mesma coisa, que cumprem a mesma função? pra que esse consumismo?
sim, no mês de dezembro, com os shoppings lotados, eu venho dizer aqui que não preciso de tudo que eu tenho. nenhum de nós precisa.
há um dos princípios da publicidade que diz: o homem só precisa de água para matar a sede, uma necessidade básica do ser humano. é a publicidade que cria nele a vontade de tomar coca-cola.
é isso. abaixo à publicidade e ao consumismo e viva a liberdade.
um dia ainda vou morar em cuba e poder ter um sapato por ano. e só.
pois sim, dessa vez eu me dei o direito de ir. de sair do que estava me fazendo mal, de me afastar, de não me vender pelo dinheiro, de fazer de mim e da minha saúde e bem-estar a coisa mais importante.
sim, como é bom poder decidir que se quer ir e... IR!
(sim, eu me demiti!)
mas quero falar de uma outra coisa também: do monte de coisas que temos, todos nós, embaixo das nossas camas, dentro dos nossos armários velhos, naquela peça da casa onde ficam as tralhas velhas...esse monte de coisas que não precisamos!
uma amiga, a junia, me disse uma vez que podemos viver com muito menos do que temos. sim, e isso é a mais pura verdade.
pra quê eu tenho ainda livros do cursinho aqui na pecinha se eu até já me formei?
qual o motivo de eu ter tantos sapatos, se nem tenho tempo de usar todos eles e mais da metade me machuca muito?
por que temos essa necessidade de guardar coisas, de ter, de possuir cada vez mais..., de acumular vários tipos da mesma coisa, que cumprem a mesma função? pra que esse consumismo?
sim, no mês de dezembro, com os shoppings lotados, eu venho dizer aqui que não preciso de tudo que eu tenho. nenhum de nós precisa.
há um dos princípios da publicidade que diz: o homem só precisa de água para matar a sede, uma necessidade básica do ser humano. é a publicidade que cria nele a vontade de tomar coca-cola.
é isso. abaixo à publicidade e ao consumismo e viva a liberdade.
um dia ainda vou morar em cuba e poder ter um sapato por ano. e só.
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