18 setembro 2005
redescobrindo a cidade ou aprendendo a ser só
Uma revolução.
Muitas coisas acontecendo, não estou dando conta. É mais rápido que eu. Se eu deixar de escrever, me confundo. Com certeza estou me confundindo um pouco agora.
Mas estou redescobrindo algumas coisas. Uma delas é que os amigos, mesmo distantes, continuam lá! Uma vez que li os amigos são como o sol: eles não precisam aparecer todos os dias pra sabermos que estão lá!
E que eu ainda posso me divertir. Beber cerveja e falar besteira é uma das grandes coisas da vida, sem dúvida.
Falando em amigos, pra uma coisa bem legal esse blog tá servindo: pra aproximar os perdidos. Tenho recebido e-mails bem legais das pessoas, verdadeiras declarações! E isso não tem preço. Isso vale mais que o meu medo de divulgar os textos, vale muito.
Peguei um freela. E ele tá me fazendo ver Porto Alegre sob outra ótica. E me ver sob uma outra ótica. Porque eu não sei ser sozinha. Eu não vou no cinema sozinha, eu não vou no Gasomêtro sozinha, eu não bebo num bar sozinha. Não sei ser assim. Mas ontem eu fui. E nossa, eu me senti em uma nova cidade. Eu vi coisas que nunca tinha visto, andei por lugares que não imaginava. Só eu.
E como eu observei coisas. Mesmo nos lugares que eu já fui mil vezes, eu me senti uma turista, encantada com as coisas.
Acredita que eu nunca tinha ido na igreja das Dores? Sabe aquela da Andradas, com a escadaria?
Pois é, tava cheio de gente lá tirando fotos, e quase que eu pedi pra eles tirarem uma de mim.
Lugar legal de visitar também é o Museu do Trabalho, também na Rua da Praia, quase no final, lá perto do Gasômetro. Ele existe há 22 anos e eu nem tinha reparado.
Foi mágico. Foi inovador.
Desde esse dia, Porto Alegre é outra pra mim, uma nova cidade surgiu frente aos meus olhos.
Mais ou menos como eu.
Muitas coisas acontecendo, não estou dando conta. É mais rápido que eu. Se eu deixar de escrever, me confundo. Com certeza estou me confundindo um pouco agora.
Mas estou redescobrindo algumas coisas. Uma delas é que os amigos, mesmo distantes, continuam lá! Uma vez que li os amigos são como o sol: eles não precisam aparecer todos os dias pra sabermos que estão lá!
E que eu ainda posso me divertir. Beber cerveja e falar besteira é uma das grandes coisas da vida, sem dúvida.
Falando em amigos, pra uma coisa bem legal esse blog tá servindo: pra aproximar os perdidos. Tenho recebido e-mails bem legais das pessoas, verdadeiras declarações! E isso não tem preço. Isso vale mais que o meu medo de divulgar os textos, vale muito.
Peguei um freela. E ele tá me fazendo ver Porto Alegre sob outra ótica. E me ver sob uma outra ótica. Porque eu não sei ser sozinha. Eu não vou no cinema sozinha, eu não vou no Gasomêtro sozinha, eu não bebo num bar sozinha. Não sei ser assim. Mas ontem eu fui. E nossa, eu me senti em uma nova cidade. Eu vi coisas que nunca tinha visto, andei por lugares que não imaginava. Só eu.
E como eu observei coisas. Mesmo nos lugares que eu já fui mil vezes, eu me senti uma turista, encantada com as coisas.
Acredita que eu nunca tinha ido na igreja das Dores? Sabe aquela da Andradas, com a escadaria?
Pois é, tava cheio de gente lá tirando fotos, e quase que eu pedi pra eles tirarem uma de mim.
Lugar legal de visitar também é o Museu do Trabalho, também na Rua da Praia, quase no final, lá perto do Gasômetro. Ele existe há 22 anos e eu nem tinha reparado.
Foi mágico. Foi inovador.
Desde esse dia, Porto Alegre é outra pra mim, uma nova cidade surgiu frente aos meus olhos.
Mais ou menos como eu.
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